10 brincadeiras extremamente violentas

“Brincadeira de mão não dá certo”, dizem pais de todos os cantos do planeta. E eles estão certos. Mas não adianta, desde que me entendo por gente, brincadeiras violentas existem e são praticadas por crianças e adolescentes nas escolas e fora delas. Algumas delas são BEM pesadas, por sinal. E acho que são válidas, porque ajudam a formar caráter e preparam a molecada pra vida lá fora… Ok, na verdade são só uma desculpa para espancar os colegas, mas vamos fingir que existe uma boa lição por trás disso.

10. Cuecão

Comecemos pelas mais leves. O conceito de cuecão é muito simples: você pega a cueca do seu amigo e puxa pra cima o máximo que conseguir, de preferência rasgando ou colocando a roupa íntima na cabeça do seu alvo. O objetivo? Se divertir às custas dele. Coisa fina, coisa elegante. Recomendo.

Cuecão da Vila

Cuecão da Vila

9. Montinho

Também conhecido como bolinho. Consiste em derrubar o cara mais puro-osso da turma no chão e gritar a palavra de ordem: MONTINHO! Nisso, todos que estão no recinto começam a pular em cima dele, esmagando o coitado em uma enorme montanha de violência gratuita. Dica: nunca seja um dos primeiros a pular, a menos que você tenha 130kg.

Twist carpado do maluco encerrando um montinho com muito estilo

Twist carpado do maluco encerrando um montinho com muito estilo

8. Fusca Azul

Você tá na rua com seus bróders e, do nada, passa um Fusca azul. Um grita “Fusca azul”, todos os outros fazem o mesmo, e adivinha o que acontece com quem sobra? PORRADA NELE. Em Santos, segundo o Noronha, a brincadeira se chama BREDA, e acontece quando passa algum ônibus da marca Breda. Só posso pensar que lá não deve ter muito Fusca Azul, mas os caras precisavam de algum pretexto pra socar o coleguinha.

Alguém me explica por que o Fusca azul é sinônimo de agressão?

Alguém me explica por que o Fusca azul é sinônimo de agressão?

7. Neguinho mata o véio

Um bando de moleques retardados chutam a bola um no outro com toda a força possível. Se for na cara ou no saco, melhor ainda. Não há pontuação, o objetivo é apenas um: destruir seu alvo. Machuca. E muito.

MISSION ACCOMPLISHED

MISSION ACCOMPLISHED

6. Rolinho-porrada

Rolinho-porrada é o nome da brincadeira aqui em São Paulo. Mas pode ser Malha, Sainha, Futeporrada, Futebol Combate… Muda de região em região. Regras do jogo: pode ser um rachão normal, ou apenas uma inocente brincadeira de drible. Mas quem toma caneta ganha o direito de ficar calado e tomar uma SOVA de todos os outros jogadores. Devia ser esporte olímpico. Veja um exemplo de uma partida clandestina, captada por um cinegrafista amador:

 

5. Roda punk (bate cabeça)

“Brincadeira” de roqueiro. Nas músicas mais agitadas de um show, abre-se uma roda em que as pessoas se socam. A desculpa é “colocar energia pra fora” e coisa e tal, mas todo mundo sabe que a real razão da roda punk é poder agredir todo mundo que você vê pela frente. Uma vez eu tomei um soco de uma mina num show, e nem tava “brincando”. Olhei pra ela e dei risada, porque né…

Não é briga de torcidas, apenas um concerto de música rock

Apenas dançando a música rock

4. Corredor polonês

Na porta da sala de aula ou em qualquer outro lugar: quem nunca fez um corredor polonês, ou andou no meio de um? Não tem muita regra. Entrou no corredor humano, toma soco, tapa e pontapé até sair dele. E se reclamar apanha mais.

O corredor de polonesas te aguarda

O corredor de polonesas te aguarda

3. Disputa de tapas na cara

Existe a sardinha, que é aquela chapuletada com dois dedos no braço. Dois brincam, e quem arregar primeiro perde. É uma brincadeira agressiva? Até é, mas é beem tranquila perto da sua evolução: a disputa de tapas na cara.

Um vai dando tapa na cara do outro, em sequência. No começo, as partes pegam leve, mas a medida que o tempo passa, os tapas vão ficando mais fortes e violentos. A raiva do tapão que você tomou se mistura com uma vontade doentia de arrancar a cabeça do seu adversário, mesmo que ele seja muito seu amigo. E tenha certeza de que ele está pensando o mesmo. Parece algo retardado, e é. Mas é divertido, principalmente pra quem está assistindo. É uma parada meio Jackass.

 

2. Porrada no aniversariante

Ah, é seu aniversário? SE FODEU. E tome puxão de orelha, tapa, soco, montinho, cuecão, farinhada, ovada. Adolescentes conseguem transformar uma data festiva, de presentes, parabéns e aquela coisa toda em um festival de castigos e porradaria. Pra eles, a vida é um esporte de combate, com rounds infinitos e sem gostosas carregando as plaquinhas.

Ovada da Vila

Ovada da Vila

1. Um minuto sem perder a amizade

É a violência mais extrema e gratuita de todas. Não tem essa de “se você não falar tal coisa você apanha”, ou “se tomar rolinho no futebol, leva soco”. Não existem desculpas, não existem motivos. Os caras simplesmente viram e falam “vamos lutar sem regras durante 1 minuto sem ressentimentos”, e caem na porrada. Trocam socos, chutes, estrangulamentos e hematomas durantes 60 segundos e pronto, acabou, são amigos de novo.

Muita gente chama de 5 minutos sem perder a amizade. Mas nunca dura 5 minutos, no terceiro tá todo mundo morrendo.

 

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2 ideias sobre “10 brincadeiras extremamente violentas

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